Somos todas Anitas guerreiras
e mostramos que somos capazes...
A razão é nossa canhoneira, porque,
nossa luta é uma luta de paz!...
Pelejando;
sem nos entregar,
muito menos sair dessa trilha,
seja lá o que venha a encontrar,
cruzaremos com nossas famílias.
Conservando os ideais farroupilha,
somos Anitas Garibaldi modernas:
não fazemos guerra, nem guerrilha,
somos eleitas
ou elegemos a quem nos governa.
Nossos cavalos,
nossa encilha,
nosso trono que caminha.
Nossos lares,
nossa realeza,
somos monarcas,
somos rainhas.
l0 de janeiro de 2001.
DALTON RUIZ
Entusiasmado com um desfile das Anitas Garibaldi, que assisti num dia Sete de Setembro, eu resolvi compor um Hino para homenageá-las. Mas não só aquelas que desfilavam, todas as mulheres, (anitas), gaúchas e catarinenses, que com a mesma coragem e destemor enfrentam, hoje, a guerra do dia a dia, trabalhando fora, cuidando dos filhos, da casa, do marido e ainda responder por seus próprios atos como cidadãs responsáveis pela terra onde vivem, e principalmente sem perder o compromisso de enfeitar o mundo com a sua graça e a sua beleza. O amor, a admiração, o carinho tudo que eu sinto pelas mulheres; no dia 19/09/07, vai fazer 48 anos que dedico única e exclusivamente a minha Anita Norma, da forma mais absoluta e prazerosa que existe no mundo. Eu gostaria dizer que esse hino já foi gravado em CD, com música e voz de Marcelo Dual, ao teclado, (lindo, lindo!), fosse transformado no hino das Anitas, em Santa Cat. no Rio G. do Sul, orquestrado e gravado com voz feminina e que ele servisse de estímulo ao surgimento de um maior número de piquetes de Anitas nos dois Estados a que ela pertenceu.
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